
No último domingo, dia 13 de junho de 2021, Neymar ultrapassou o ex jogador Ronaldo Fenômeno e se tornou o 2º maior artilheiro da Seleção Brasileira com 67 gols em 106 jogos, ficando atrás apenas de Pelé (77 gols de acordo com a FIFA). Além disso, o atacante do PSG tem em sua conta 47 assistências, fazendo com que a sua média de participações em gols com a Amarelinha seja de pelo menos 1 por jogo. Esses números evidenciam cada vez mais grandeza dele no futebol brasileiro e a falta de ter com quem dividir a responsabilidade em campo.
Ao longo dos anos a Seleção Brasileira sempre teve muitos craques dividindo os holofotes, como Garrincha e Pelé, Zico e Sócrates, Romário e Bebeto, Ronaldo e Rivaldo. E desde 2010 pra cá Neymar dividiu o protagonismo com quem? No seu início de caminhada, ele teve como parceiro o seu grande amigo Paulo Henrique Ganso, que não se tornou o jogador que todos esperavam. Em alguns momentos dividiu o vestiário brasileiro com Ronaldinho e Kaká, mas estes por um período muito curto, pois já estavam se encaminhando para a aposentadoria. O que chegou mais próximo disso foi o meia Philippe Coutinho, destaque na Copa de 2018.
Parece até um disco arranhado falar da importância do Neymar na Seleção Brasileira. Ele reina absoluto como estrela do time há mais de 10 anos, desde quando estreou fazendo gol contra os Estados Unidos em um amistoso em 2010. De lá para cá foram várias competições disputadas: Copa América, Copa das Confederações, Copa do Mundo e até participação na Seleção Olímpica, onde conquistou o ouro, até então inédito, em 2016. O Brasil chegou a conquistar o título da Copa América de 2019 sem o Neymar, mas não teve tanto brilho, sendo o Daniel Alves o melhor jogador da competição. Em todas as competições quq ele participou, o jogador assumiu o papel de protagonista.
Se ainda falta uma grande exibição em uma Copa do Mundo, não falta empenho e nem omissão em campo. Seu comportamento fora das quatro linhas pode ser discutível, mas os números são incontestáveis. Não sabemos até quando ele jogará em alto nível, mas o camisa 10 já tem o seu nome marcado na história do nosso futebol.


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