Neste final de semana acontecem as finais das duas maiores competições continentais entre seleções: a Copa América e a Eurocopa. Brasil e Argentina se enfrentam no sábado para decidir quem é o campeão da América do Sul. Já na Europa, a partida será no domingo e o campeão sai do confronto entre Inglaterra e Itália. Com as duas competições acontecendo de maneira paralela, os apaixonados por futebol puderam ver as diferenças entre os dois continentes.
Copa América: Brasil x Argentina
A Copa América foi alvo de críticas negativas desde o início. A princípio o torneio iria ocorrer na Colômbia e na Argentina. Devido aos protestos por conta da reforma tributária proposta pelo governo local, a Colômbia desistiu de sediar os jogos. Posteriormente foi a vez da Argentina abrir mão devido ao agravamento da pandemia do novo Coronavírus. Foi então que o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, ofereceu o país como anfitrião do torneio. Mesmo com as partidas sem público, a decisão desagradou boa parte da população brasileira. Outro problema apontado por vários jogadores e jornalistas foram os gramados ruins. O campo do Engenhão (Rio de Janeiro) foi duramente criticado por todos devido aos excessos de buracos.
O comparativo entre as competições se evidenciou mais ainda na qualidade técnica. Enquanto na Eurocopa, jogos menos apelativos como por exemplo Suécia x Ucrânia, tinham um ritmo veloz e com muitos gols, assistimos uma Copa América nada atrativa. As seleções que mais interessavam foram justamente os finalistas e grandes rivais do continente, proporcionando um confronto histórico entre Neymar e Messi.
Eurocopa: Inglaterra x Itália
A final da Eurocopa também promete bastante emoção. Inglaterra e Itália vivem um momento de afirmação de uma geração renovada de ambas as equipes. A Inglaterra vem com uma base formada desde a Copa do Mundo de 2018. Capitaneada pelo artilheiro Harry Kane e comandada pelo técnico Southgate, os ingleses possuem inúmeros jogadores habilidosos em todos os setores, como o atacante Sterling. Já a Itália vem de incríveis 33 jogos invictos. Comandados pelo técnico Roberto Mancini, a Itália tem como principal ponto forte o meio campo que conta com uma trinca de meias que marcam e armam as jogadas, formado por Verratti, Barella e Jorginho.
Seleção das finais
Que serão dois grandes jogos isso eu não tenho dúvidas. Mas como todo bom site de esportes, uma lista dos melhores sempre cai bem. Para limitar as escolhas, foram definidos dois critérios: somente os jogadores das seleções que estão nas duas finais e o desempenho dentro da competição.
Mesmo assim foi muito difícil, pois tem posições muito disputadas, a começar pelo goleiro. As quatro seleções possuem bons valores debaixo das traves. Pickford não vive um grande momento em seu time, mas representou muito bem a Inglaterra, assim como Donnarumma, goleiro italiano que está se transferindo para a o PSG. A argentina conta com Emiliano Martínez, goleiro que garantiu a passagem para a final ao defender três pênaltis contra a Colômbia. O caso do Brasil é de se destacar mais ainda. A seleção conta com três grandes arqueiros e todos jogaram pelo menos uma partida na competição. Nesse caso, Ederson ficou como o titular da posição na seleção do Crônicas da Bola.
Outros destaques também ficaram de fora por detalhes. Locatelli, meia da Itália se destacou bastante na Euro, mas não conseguiu ser titular absoluto da equipe. Lucas Paquetá vem fazendo uma excelente Copa América, muito acima do esperado. Porém com o nosso meio campo tem apenas 3 vagas, ele teve que ficar no banco. Além disso, foi improvisado na lateral direita do nosso time o zagueiro inglês Stones, pois ele não poderia ficar de fora do sistema defensivo, e Messi como meia armador.
Passado as explicações, segue a escalação final:

Titulares: Ederson (BRA); Tagliafico (ARG); Marquinhos (BRA) e Bonucci (ITA); Stones (ING); Barella (ITA), Jorginho (ITA) e Messi (ARG); Neymar (BRA), Sterling (ING) e Harry Kane (ING).
Reservas: Donnarumma (ITA); Chielini (ITA); Locatelli (ITA); Di Maria (ARG); Paquetá (BRA); Mason Mount (ING); Chiesa (ITA) e Lautaro Martínez (ARG).



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