Após 17 temporadas, o Barcelona anunciou a saída de Lionel Messi. O jogador já estava sem contrato desde o dia 30 de junho quando não aceitou a renovação com o clube. A justificativa foi o fato de que o Barcelona tem a obrigação de baixar a sua folha salarial para se adequar nas sansões econômicas da Liga Espanhola (La Liga).
O argentino já vinha descontente com os rumos do clube, pois nas últimas temporadas o clube fez poucos investimentos de sucesso, acumulando inúmeros insucessos, como a eliminação para o Bayern de Munique por 8 a 2 na Champions League 2020. Mesmo assim seu desempenho sempre esteve acima da média.
Messi sai do Barcelona sendo considerado o maior jogador da história do clube, tendo 778 jogos e 672 gols. Ele conquistou quatro títulos da Champions, três Mundiais e 10 Espanhóis, entre outros títulos.
Candidatos para contratar o camisa 10 não faltam. Os principais clubes interessados são o PSG, onde poderia reeditar dupla com o Neymar, e o Manchester City, podendo ser comandado pelo seu ex-técnico Pep Guardiola. Se for para o clube inglês, a Premier League, que já é considerada a melhor liga do mundo, vai ficar muito na frente da La Liga em termos de atração.
Messi e Barcelona eram um casamento perfeito, um era sinônimo do outro. Será difícil para o clube se reestruturar sem a sua principal figura. O clube pode voltar a conquistar grandes títulos? Com certeza. A La Liga vai continuar atraente sem CR7 (que saiu anos atrás) e sem o argentino? Vai levar um tempo. Mas ver Messi no clube não era apenas resultado ou dinheiro, era o espetáculo, era o show, era magia.



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